Tem gente que acha que ele não existe
Tem gente que acha que isso não se alcança
Tem gente que acha que ele é impossível
Tem gente que prefere ser criança
Eu prefiro ser criança
Não ter nada programado
Eu prefiro ser criança
Enxergar entre os dois lados
Eu tenho ele aqui comigo
E não tenho medo de mostrar
Pra conseguir eu corri perigo
Mas tive que me arriscar
Cresci até nascer de novo
E poder desprogramar
Entrar na casca do ovo
Pra reaprender a voar
Provei do doce e do amargo
Andei de noite e dia claro
Não cansei de experimentar
Depois que achei o ponto neutro
Em cima do muro estreito
Comecei a enxergar
Que pra saber algo direito
Tem que tirar de dentro do peito
Tudo que vai te atrapalhar
Pra depois poder ver tudo
Sem trave no olho e sem escudo
Pra reter só o que é bom
Hoje eu ouço qualquer música
E mesmo um pouco surdo
Depois de ouvir qualquer barulho
Eu descubro qual é o tom
E mesmo fraco e pequeno
Simples como uma pomba
Eu descubro o veneno
De todo o mau que me ronda
Porque eu já conheço os dois lados
E o terceiro lado também
E pra quem ainda não acredita
Na existência desse trem
Pode esperar no ponto neutro
Que vai pegar ele também
Este blog tem por objetivo repensar diversos conceitos sociais de maneira crítica e filosófica.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
O grande eu não sou
Não joguem aos porcos suas pérolas lapidadas
Porque não somos deuses, não somos homens, não somos nada
É como tomar banho de chuva na madrugada
A ciência e o espírito, dependem do confiar
eu não andei sobre o mar
não andei sobre o mar...
Não sou brasileiro ou americano, nem baiano
Eu sou da poeira, do capim, da água, da seca e da terra molhada
Porque eu não tenho pátria, não tenho título, não tenho rótulo, nao tenho nada
Meu porto de chegada depende das ondas do mar
Pois eu não tenho onde chegar
As vezes nem quero chegar
Eu ouço rock, emo, forró e lambada
Porque não sou rockeiro, não sou pagodeiro, eu sinto a trilha sonora da estrada
Porque eu marquei comigo mesmo e nesse acerto de contas eu nunca devi nada
Eu só queria estar exatamente onde estou
E se Deus que tudo é, é o grande eu sou
Eu que nada sou, sou o grande eu não sou.
Porque não somos deuses, não somos homens, não somos nada
É como tomar banho de chuva na madrugada
A ciência e o espírito, dependem do confiar
eu não andei sobre o mar
não andei sobre o mar...
Não sou brasileiro ou americano, nem baiano
Eu sou da poeira, do capim, da água, da seca e da terra molhada
Porque eu não tenho pátria, não tenho título, não tenho rótulo, nao tenho nada
Meu porto de chegada depende das ondas do mar
Pois eu não tenho onde chegar
As vezes nem quero chegar
Eu ouço rock, emo, forró e lambada
Porque não sou rockeiro, não sou pagodeiro, eu sinto a trilha sonora da estrada
Porque eu marquei comigo mesmo e nesse acerto de contas eu nunca devi nada
Eu só queria estar exatamente onde estou
E se Deus que tudo é, é o grande eu sou
Eu que nada sou, sou o grande eu não sou.
Marcadores:
desclassificação,
o grande eu não sou,
O grande eu sou
Assinar:
Postagens (Atom)